Percursos e Rotas
Trilho do linho
A antiga escola de Vilarinho de S. Roque, inaugurada em 1963, este trilho leva-nos a cruzar caminhos e carreiros outrora usados pelos habitantes da aldeia para chegarem às zonas de lavoura, onde era comum cultivar o linho, uma planta que foi de grande importância para a economia familiar até meados do século XX. Ao deambularmos pelos campos, os açudes são uma presença constante, pois o sucesso das colheitas dependia da sua manutenção, e os Moinhos do Regatinho apresentam-se como um genuíno cartão postal da aldeia.
Para mais informações clique aqui.
A antiga escola de Vilarinho de S. Roque, inaugurada em 1963, este trilho leva-nos a cruzar caminhos e carreiros outrora usados pelos habitantes da aldeia para chegarem às zonas de lavoura, onde era comum cultivar o linho, uma planta que foi de grande importância para a economia familiar até meados do século XX. Ao deambularmos pelos campos, os açudes são uma presença constante, pois o sucesso das colheitas dependia da sua manutenção, e os Moinhos do Regatinho apresentam-se como um genuíno cartão postal da aldeia.
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Trilho do linho
A antiga escola de Vilarinho de S. Roque, inaugurada em 1963, este trilho leva-nos a cruzar caminhos e carreiros outrora usados pelos habitantes da aldeia para chegarem às zonas de lavoura, onde era comum cultivar o linho, uma planta que foi de grande importância para a economia familiar até meados do século XX. Ao deambularmos pelos campos, os açudes são uma presença constante, pois o sucesso das colheitas dependia da sua manutenção, e os Moinhos do Regatinho apresentam-se como um genuíno cartão postal da aldeia. Para mais informações clique aqui.
A antiga escola de Vilarinho de S. Roque, inaugurada em 1963, este trilho leva-nos a cruzar caminhos e carreiros outrora usados pelos habitantes da aldeia para chegarem às zonas de lavoura, onde era comum cultivar o linho, uma planta que foi de grande importância para a economia familiar até meados do século XX. Ao deambularmos pelos campos, os açudes são uma presença constante, pois o sucesso das colheitas dependia da sua manutenção, e os Moinhos do Regatinho apresentam-se como um genuíno cartão postal da aldeia. Para mais informações clique aqui.
Trilho dos 3 Rios
O som da água a correr é uma presença constante na freguesia de Ribeira de Fráguas. O Rio Caima, que nasce na Serra da Freita e percorre 50 km até desaguar na margem direita do Vouga, bem como os vários afluentes, rompem caminho pelos terrenos irregulares desta zona mais serrana. Aproveitada nos açudes e levadas para a rega dos campos, a água também era a força motriz que mantinha os moinhos a funcionar, sendo também usada para lavar o minério das antigas Minas de Telhadela. Aqui, a água é sempre a companheira que nos guia.
Para mais informações clique aqui.
O som da água a correr é uma presença constante na freguesia de Ribeira de Fráguas. O Rio Caima, que nasce na Serra da Freita e percorre 50 km até desaguar na margem direita do Vouga, bem como os vários afluentes, rompem caminho pelos terrenos irregulares desta zona mais serrana. Aproveitada nos açudes e levadas para a rega dos campos, a água também era a força motriz que mantinha os moinhos a funcionar, sendo também usada para lavar o minério das antigas Minas de Telhadela. Aqui, a água é sempre a companheira que nos guia.
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Trilho dos 3 Rios
O som da água a correr é uma presença constante na freguesia de Ribeira de Fráguas. O Rio Caima, que nasce na Serra da Freita e percorre 50 km até desaguar na margem direita do Vouga, bem como os vários afluentes, rompem caminho pelos terrenos irregulares desta zona mais serrana. Aproveitada nos açudes e levadas para a rega dos campos, a água também era a força motriz que mantinha os moinhos a funcionar, sendo também usada para lavar o minério das antigas Minas de Telhadela. Aqui, a água é sempre a companheira que nos guia. Para mais informações clique aqui.
O som da água a correr é uma presença constante na freguesia de Ribeira de Fráguas. O Rio Caima, que nasce na Serra da Freita e percorre 50 km até desaguar na margem direita do Vouga, bem como os vários afluentes, rompem caminho pelos terrenos irregulares desta zona mais serrana. Aproveitada nos açudes e levadas para a rega dos campos, a água também era a força motriz que mantinha os moinhos a funcionar, sendo também usada para lavar o minério das antigas Minas de Telhadela. Aqui, a água é sempre a companheira que nos guia. Para mais informações clique aqui.
Trilho dos Açudes
Em processo de homologação, novidades brevemente…
O Município de Albergaria-a-Velha, irá promover a homologação do percurso pedestre “Rota dos Açudes de Telhadela”, com o nome “Trilho dos açudes”.
Este trilho, com cerca de 10 kms, percorrerá as margens dos rios Caima e de Telhadela, e permitirá aos caminhantes apreciar 10 moinhos que outrora moeram com 17 casais de mós e o impressionante número de 17 açudes. O destaque será o rio de Telhadela, um dos rios mais límpidos da região e onde nos últimos tempos a fauna tem surpreendido as gentes locais, nomeadamente o aparecimento das esquivas lontras, patos-reais, corvos-marinhos ou a belíssima garça-real.
Além da fauna e flora locais, a pedra de toque deste trilho será a arqueologia rural, testemunhos de uma secular e intensa atividade moageira e de regadio, sem esquecer o edificado mais importante da aldeia em termos históricos.
Em processo de homologação, novidades brevemente…
O Município de Albergaria-a-Velha, irá promover a homologação do percurso pedestre “Rota dos Açudes de Telhadela”, com o nome “Trilho dos açudes”.
Este trilho, com cerca de 10 kms, percorrerá as margens dos rios Caima e de Telhadela, e permitirá aos caminhantes apreciar 10 moinhos que outrora moeram com 17 casais de mós e o impressionante número de 17 açudes. O destaque será o rio de Telhadela, um dos rios mais límpidos da região e onde nos últimos tempos a fauna tem surpreendido as gentes locais, nomeadamente o aparecimento das esquivas lontras, patos-reais, corvos-marinhos ou a belíssima garça-real.
Além da fauna e flora locais, a pedra de toque deste trilho será a arqueologia rural, testemunhos de uma secular e intensa atividade moageira e de regadio, sem esquecer o edificado mais importante da aldeia em termos históricos.
Trilho dos Açudes
Em processo de homologação, novidades brevemente… O Município de Albergaria-a-Velha, irá promover a homologação do percurso pedestre “Rota dos Açudes de Telhadela”, com o nome “Trilho dos açudes”. Este trilho, com cerca de 10 kms, percorrerá as margens dos rios Caima e de Telhadela, e permitirá aos caminhantes apreciar 10 moinhos que outrora moeram com 17 casais de mós e o impressionante número de 17 açudes. O destaque será o rio de Telhadela, um dos rios mais límpidos da região e onde nos últimos tempos a fauna tem surpreendido as gentes locais, nomeadamente o aparecimento das esquivas lontras, patos-reais, corvos-marinhos ou a belíssima garça-real. Além da fauna e flora locais, a pedra de toque deste trilho será a arqueologia rural, testemunhos de uma secular e intensa atividade moageira e de regadio, sem esquecer o edificado mais importante da aldeia em termos históricos.
Em processo de homologação, novidades brevemente… O Município de Albergaria-a-Velha, irá promover a homologação do percurso pedestre “Rota dos Açudes de Telhadela”, com o nome “Trilho dos açudes”. Este trilho, com cerca de 10 kms, percorrerá as margens dos rios Caima e de Telhadela, e permitirá aos caminhantes apreciar 10 moinhos que outrora moeram com 17 casais de mós e o impressionante número de 17 açudes. O destaque será o rio de Telhadela, um dos rios mais límpidos da região e onde nos últimos tempos a fauna tem surpreendido as gentes locais, nomeadamente o aparecimento das esquivas lontras, patos-reais, corvos-marinhos ou a belíssima garça-real. Além da fauna e flora locais, a pedra de toque deste trilho será a arqueologia rural, testemunhos de uma secular e intensa atividade moageira e de regadio, sem esquecer o edificado mais importante da aldeia em termos históricos.



