Moinhos
Moinhos do Regatinho Vilarinho de S. Roque (Aldeia de Portugal)
Estes dois moinhos de rodízio, com um casal de mós cada, são acionados pelo Rio Fílveda e encontram-se no núcleo mais antigo de Vilarinho de S. Roque. Denominados Moinho da Quingosta e Moinho do Silva pertencem a várias famílias da aldeia. Os seus donos eram pequenos e médios lavradores, que os usavam de forma regular mediante uma escala de horas previamente acordada. Atualmente continuam a ser utilizados por alguns dos habitantes da aldeia, que aqui moem farinhas para os animais ou para a cozedura de broa e outros produtos tradicionais. Deliciosas são as papas de carolo que se podem novamente saborear por quem utilize a farinha destes moinhos para a sua confeção.
N 40º 45´ 28.45” W8º 25´ 19.91”
Estes dois moinhos de rodízio, com um casal de mós cada, são acionados pelo Rio Fílveda e encontram-se no núcleo mais antigo de Vilarinho de S. Roque. Denominados Moinho da Quingosta e Moinho do Silva pertencem a várias famílias da aldeia. Os seus donos eram pequenos e médios lavradores, que os usavam de forma regular mediante uma escala de horas previamente acordada. Atualmente continuam a ser utilizados por alguns dos habitantes da aldeia, que aqui moem farinhas para os animais ou para a cozedura de broa e outros produtos tradicionais. Deliciosas são as papas de carolo que se podem novamente saborear por quem utilize a farinha destes moinhos para a sua confeção.
N 40º 45´ 28.45” W8º 25´ 19.91”
Moinhos do Regatinho Vilarinho de S. Roque (Aldeia de Portugal)
Estes dois moinhos de rodízio, com um casal de mós cada, são acionados pelo Rio Fílveda e encontram-se no núcleo mais antigo de Vilarinho de S. Roque. Denominados Moinho da Quingosta e Moinho do Silva pertencem a várias famílias da aldeia. Os seus donos eram pequenos e médios lavradores, que os usavam de forma regular mediante uma escala de horas previamente acordada. Atualmente continuam a ser utilizados por alguns dos habitantes da aldeia, que aqui moem farinhas para os animais ou para a cozedura de broa e outros produtos tradicionais. Deliciosas são as papas de carolo que se podem novamente saborear por quem utilize a farinha destes moinhos para a sua confeção. N 40º 45´ 28.45” W8º 25´ 19.91”
Estes dois moinhos de rodízio, com um casal de mós cada, são acionados pelo Rio Fílveda e encontram-se no núcleo mais antigo de Vilarinho de S. Roque. Denominados Moinho da Quingosta e Moinho do Silva pertencem a várias famílias da aldeia. Os seus donos eram pequenos e médios lavradores, que os usavam de forma regular mediante uma escala de horas previamente acordada. Atualmente continuam a ser utilizados por alguns dos habitantes da aldeia, que aqui moem farinhas para os animais ou para a cozedura de broa e outros produtos tradicionais. Deliciosas são as papas de carolo que se podem novamente saborear por quem utilize a farinha destes moinhos para a sua confeção. N 40º 45´ 28.45” W8º 25´ 19.91”
Moinho de Baixo – Ribeira de Fráguas
Moinho de rodízio com um único casal de mós acionado pelas águas do Rio Fílveda, remontando pelo menos ao século XIX. Também este moinho foi adquirido e recuperado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas. Aqui moía-se essencialmente o milho antigo de grão mais claro, cultivado nos campos da aldeia, e mais esporadicamente o trigo e o centeio para a feitura do “pão nosso de cada dia”. Nas imediações desta unidade moageira, ao longo das margens do Ribeiro, cultivava-se a vinha. e segundo relatos de alguns dos antigos consortes, aqui também se moía a grainha das uvas e os resíduos (secos) do bagaço, utilizados na alimentação dos porcos de criação doméstica. A montante encontram-se os Moinhos da Ribeira, cuja visita é excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”
Moinho de rodízio com um único casal de mós acionado pelas águas do Rio Fílveda, remontando pelo menos ao século XIX. Também este moinho foi adquirido e recuperado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas. Aqui moía-se essencialmente o milho antigo de grão mais claro, cultivado nos campos da aldeia, e mais esporadicamente o trigo e o centeio para a feitura do “pão nosso de cada dia”. Nas imediações desta unidade moageira, ao longo das margens do Ribeiro, cultivava-se a vinha. e segundo relatos de alguns dos antigos consortes, aqui também se moía a grainha das uvas e os resíduos (secos) do bagaço, utilizados na alimentação dos porcos de criação doméstica. A montante encontram-se os Moinhos da Ribeira, cuja visita é excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”
Moinho de Baixo – Ribeira de Fráguas
Moinho de rodízio com um único casal de mós acionado pelas águas do Rio Fílveda, remontando pelo menos ao século XIX. Também este moinho foi adquirido e recuperado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas. Aqui moía-se essencialmente o milho antigo de grão mais claro, cultivado nos campos da aldeia, e mais esporadicamente o trigo e o centeio para a feitura do “pão nosso de cada dia”. Nas imediações desta unidade moageira, ao longo das margens do Ribeiro, cultivava-se a vinha. e segundo relatos de alguns dos antigos consortes, aqui também se moía a grainha das uvas e os resíduos (secos) do bagaço, utilizados na alimentação dos porcos de criação doméstica. A montante encontram-se os Moinhos da Ribeira, cuja visita é excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”
Moinhos da Quinta da Ribeira – Ribeira de Fráguas
Conjunto de dois moinhos de rodízio, os moinhos da Quinta da Ribeira tinham um único casal de mós cada, acionado pelas águas do Rio Fílveda. A sua construção remonta pelo menos ao séc. XIX. São ambos moinhos de consortes ou de herdeiros, originalmente pertencentes a várias famílias de Ribeira de Fráguas, que dividiam a sua utilização horária da água. Mais recentemente foram adquiridos e recuperados pelo Rancho Folclórico de Ribeira de Fráguas. A jusante deste conjunto encontra-se o Moinho de Baixo, cuja visita é um excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”
Conjunto de dois moinhos de rodízio, os moinhos da Quinta da Ribeira tinham um único casal de mós cada, acionado pelas águas do Rio Fílveda. A sua construção remonta pelo menos ao séc. XIX. São ambos moinhos de consortes ou de herdeiros, originalmente pertencentes a várias famílias de Ribeira de Fráguas, que dividiam a sua utilização horária da água. Mais recentemente foram adquiridos e recuperados pelo Rancho Folclórico de Ribeira de Fráguas. A jusante deste conjunto encontra-se o Moinho de Baixo, cuja visita é um excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”
Moinhos da Quinta da Ribeira – Ribeira de Fráguas
Conjunto de dois moinhos de rodízio, os moinhos da Quinta da Ribeira tinham um único casal de mós cada, acionado pelas águas do Rio Fílveda. A sua construção remonta pelo menos ao séc. XIX. São ambos moinhos de consortes ou de herdeiros, originalmente pertencentes a várias famílias de Ribeira de Fráguas, que dividiam a sua utilização horária da água. Mais recentemente foram adquiridos e recuperados pelo Rancho Folclórico de Ribeira de Fráguas. A jusante deste conjunto encontra-se o Moinho de Baixo, cuja visita é um excelente pretexto para um agradável passeio ao longo das margens do rio, apreciando a beleza natural deste espaço.
N 40º 44´ 38.64” W8º 26´ 19.07”