Património Religioso

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Antiga igreja matriz

Obra seiscentista situada no lugar da Igreja, concluída presumivelmente em 1666, e erigida provavelmente no mesmo local de um templo mais prístino. No nicho frontal desta igreja encontrava-se patente uma imagem de Santiago em calcário, obra da escola coimbrã do século XIV, pormenor que nos indicia que houve outro templo. Esta igreja teve o infortúnio de ter sido completamente consumida por um incêndio na madrugada de 4 de maio de 1953. Foi integralmente restaurada e requalificada para capela mortuária, cuja inauguração ocorreu em maio de 2003.

Destaque: Letreiro lítico no seu interior datado de 1666.
Antiga igreja matriz

Obra seiscentista situada no lugar da Igreja, concluída presumivelmente em 1666, e erigida provavelmente no mesmo local de um templo mais prístino. No nicho frontal desta igreja encontrava-se patente uma imagem de Santiago em calcário, obra da escola coimbrã do século XIV, pormenor que nos indicia que houve outro templo. Esta igreja teve o infortúnio de ter sido completamente consumida por um incêndio na madrugada de 4 de maio de 1953. Foi integralmente restaurada e requalificada para capela mortuária, cuja inauguração ocorreu em maio de 2003.

Destaque: Letreiro lítico no seu interior datado de 1666.
Nova igreja matriz

Após a perda da antiga igreja matriz, rapidamente se deu início a movimentações no sentido de se edificar um novo templo. Sob condução do padre Raul Domingues da Cruz, e após várias controvérsias sobre o local a eleger para construção da igreja, é escolhido o lugar do Campo. O começo efetivo da obra teve lugar a 25 de abril de 1960. Projeto de arquitetura com o risco do arquiteto Mário Bonito da cidade do Porto, teve a sua inauguração no dia 27 de junho de 1971. Na década de 90 do século XX, foi alvo de profunda remodelação e ampliação, promovidas pelo padre Francisco Melo. A reinauguração ocorreu no dia 8 de setembro de 1996.

Destaque: Vitral de São Tiago e Santa Joana, obra do artista Aldo Fraga, 1997.
Nova igreja matriz

Após a perda da antiga igreja matriz, rapidamente se deu início a movimentações no sentido de se edificar um novo templo. Sob condução do padre Raul Domingues da Cruz, e após várias controvérsias sobre o local a eleger para construção da igreja, é escolhido o lugar do Campo. O começo efetivo da obra teve lugar a 25 de abril de 1960. Projeto de arquitetura com o risco do arquiteto Mário Bonito da cidade do Porto, teve a sua inauguração no dia 27 de junho de 1971. Na década de 90 do século XX, foi alvo de profunda remodelação e ampliação, promovidas pelo padre Francisco Melo. A reinauguração ocorreu no dia 8 de setembro de 1996.

Destaque: Vitral de São Tiago e Santa Joana, obra do artista Aldo Fraga, 1997.
Antiga residência paroquial

Comprovadamente edificada no local de uma outra residência paroquial mais antiga, o início da construção deste prédio remonta ao ano de 1885. Devido às vicissitudes da implantação da República, no dia 9 de agosto de 1911, o edifício é arrolado a favor do Estado. A 19 de setembro de 1916, as Finanças colocam a residência paroquial à venda em hasta pública, tendo sido adquiria por Carlos Pinheiro Mourisca, notário em Albergaria-a-Velha. O povo da freguesia nunca se conformou com tal desfecho, ao ponto de ter havido um atentado à bomba contra o edifício. Agastado, o proprietário decide vender a residência. Naturalmente que a Junta estava interessada na compra, mas não tinha recursos económicos, optou por pedir um empréstimo ao industrial António Domingues Pinto, emigrante, natural de Telhadela e residente no Brasil
Antiga residência paroquial

Comprovadamente edificada no local de uma outra residência paroquial mais antiga, o início da construção deste prédio remonta ao ano de 1885. Devido às vicissitudes da implantação da República, no dia 9 de agosto de 1911, o edifício é arrolado a favor do Estado. A 19 de setembro de 1916, as Finanças colocam a residência paroquial à venda em hasta pública, tendo sido adquiria por Carlos Pinheiro Mourisca, notário em Albergaria-a-Velha. O povo da freguesia nunca se conformou com tal desfecho, ao ponto de ter havido um atentado à bomba contra o edifício. Agastado, o proprietário decide vender a residência. Naturalmente que a Junta estava interessada na compra, mas não tinha recursos económicos, optou por pedir um empréstimo ao industrial António Domingues Pinto, emigrante, natural de Telhadela e residente no Brasil
Capela de Santa Ana – Telhadela

O lintel da porta principal ostenta a data de 1720, no entanto, esta capela, à semelhança da antiga igreja matriz, terá sido edificada no mesmo local de templo mais modesto que ali teria existido. Sofreu profunda remodelação no final do século XVIII, a ponto de ter sido novamente benzida em 1790. Será desta data a colocação no seu interior do retábulo-mor e respetivos retábulos colaterais, magníficas obras em talha dourada, sendo nesta matéria o expoente máximo da paróquia. Em 1906 viu ser agregada a torre sineira e de relógio, uma oferta dos irmãos Pinto, por esta época emigrados no Brasil. Saliente-se que o relógio mecânico ainda cumpre a sua função, 116 anos depois de ter sido instalado. Entre os anos de 1982 e 1984, foi remodelada e ampliada para o lado norte.

Destaque: Retábulo-mor e retábulos colaterais em talha dourada, século XVIII
Capela de Santa Ana – Telhadela

O lintel da porta principal ostenta a data de 1720, no entanto, esta capela, à semelhança da antiga igreja matriz, terá sido edificada no mesmo local de templo mais modesto que ali teria existido. Sofreu profunda remodelação no final do século XVIII, a ponto de ter sido novamente benzida em 1790. Será desta data a colocação no seu interior do retábulo-mor e respetivos retábulos colaterais, magníficas obras em talha dourada, sendo nesta matéria o expoente máximo da paróquia. Em 1906 viu ser agregada a torre sineira e de relógio, uma oferta dos irmãos Pinto, por esta época emigrados no Brasil. Saliente-se que o relógio mecânico ainda cumpre a sua função, 116 anos depois de ter sido instalado. Entre os anos de 1982 e 1984, foi remodelada e ampliada para o lado norte.

Destaque: Retábulo-mor e retábulos colaterais em talha dourada, século XVIII
Capela da Nossa Sra. das Dores – Carvalhal

Tivesse havido continuidade do templo primitivo, e estaríamos perante a estrutura religiosa mais antiga da freguesia, infelizmente não é o caso, pois em 1766 o edifício já se encontrava em grande ruína ao ponto de não aceitar obras, situação que levou o povo a pedir ao bispo que se demolisse a capela. O bispo anuiu ao pedido, com a ressalva de se conservar o altar e as fundações. Na realidade remonta ao século XVI-XVII, o retábulo de altar de cariz maneirista, em madeira entalhada com corpo subdividido em três nichos. Banco com pedestais, com figuração em relevo dos quatro evangelistas representados com os seus atributos.

Destaque: Retábulo de altar maneirista em madeira entalhada, século XVI-XVII.
Capela da Nossa Sra. das Dores – Carvalhal

Tivesse havido continuidade do templo primitivo, e estaríamos perante a estrutura religiosa mais antiga da freguesia, infelizmente não é o caso, pois em 1766 o edifício já se encontrava em grande ruína ao ponto de não aceitar obras, situação que levou o povo a pedir ao bispo que se demolisse a capela. O bispo anuiu ao pedido, com a ressalva de se conservar o altar e as fundações. Na realidade remonta ao século XVI-XVII, o retábulo de altar de cariz maneirista, em madeira entalhada com corpo subdividido em três nichos. Banco com pedestais, com figuração em relevo dos quatro evangelistas representados com os seus atributos.

Destaque: Retábulo de altar maneirista em madeira entalhada, século XVI-XVII.
Capela de São Roque – Vilarinho de São Roque

A menção mais antiga que se conhece a aludir à capela de São Roque, data de 1704, e surge numa escritura pública, nela se afirma “…o cham da eira, junto à capella de Sam Roque…”, temos assim a certeza que por esta data já existia a capela em honra de São Roque. Desconhecemos se o atual edifício é o mesmo a que se refere o documento, mas eventualmente será. No entanto terá sofrido profundas remodelações ao longo dos séculos, nomeadamente em 1900, ano em que alvo de remodelação do seu interior. Em meados dos anos 80, viu ser demolido o belo coreto que estava no seu adro. A mais dramática ocorrência terá sido o desmantelamento do seu antigo altar-mor nos anos 80 do século XX.

Destaque: O adro da capela, com a sua vista para o vale do rio Fílveda.
Capela de São Roque – Vilarinho de São Roque

A menção mais antiga que se conhece a aludir à capela de São Roque, data de 1704, e surge numa escritura pública, nela se afirma “…o cham da eira, junto à capella de Sam Roque…”, temos assim a certeza que por esta data já existia a capela em honra de São Roque. Desconhecemos se o atual edifício é o mesmo a que se refere o documento, mas eventualmente será. No entanto terá sofrido profundas remodelações ao longo dos séculos, nomeadamente em 1900, ano em que alvo de remodelação do seu interior. Em meados dos anos 80, viu ser demolido o belo coreto que estava no seu adro. A mais dramática ocorrência terá sido o desmantelamento do seu antigo altar-mor nos anos 80 do século XX.

Destaque: O adro da capela, com a sua vista para o vale do rio Fílveda.
Capela de São Bartolomeu – Gavião

São escassas as informações sobre esta capela, embora já em 1766, segundo registo do Livro de Visitações, ela necessita-se de obras de restauro, indício de que a sua edificação era bem mais antiga. Há provas de que pelo menos em 1734 ela já existia.
Capela de São Bartolomeu – Gavião

São escassas as informações sobre esta capela, embora já em 1766, segundo registo do Livro de Visitações, ela necessita-se de obras de restauro, indício de que a sua edificação era bem mais antiga. Há provas de que pelo menos em 1734 ela já existia.
Capela de São Cesário – Busturenga

Construção de meados do século XX
Capela de São Cesário – Busturenga

Construção de meados do século XX
Igreja Evangélica – Palhal

O Palhal tem a particularidade de albergar desde 1854, a presença mais antiga em Portugal da Igreja Evangélica Metodista. O culto evangélico metodista angariou crentes, particularmente entre os funcionários das antigas minas do Palhal. O primeiro dinamizador foi o inglês Thomas Chegwin, engenheiro da mina. Em data desconhecida, mas no primeiro quartel do século XX, Manuel Marques Pereira, nascido no Alto dos Barreiros, estabeleceu a igreja evangélica do Palhal, que se mantêm até ao presente, como local de assembleia dos “irmãos”.
Igreja Evangélica – Palhal

O Palhal tem a particularidade de albergar desde 1854, a presença mais antiga em Portugal da Igreja Evangélica Metodista. O culto evangélico metodista angariou crentes, particularmente entre os funcionários das antigas minas do Palhal. O primeiro dinamizador foi o inglês Thomas Chegwin, engenheiro da mina. Em data desconhecida, mas no primeiro quartel do século XX, Manuel Marques Pereira, nascido no Alto dos Barreiros, estabeleceu a igreja evangélica do Palhal, que se mantêm até ao presente, como local de assembleia dos “irmãos”.
A nossa terra, o nosso orgulho. Trabalhamos para uma comunidade mais unida e próspera.
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Telefone: +351 234 543 150
(chamada para a rede fixa nacional)
 
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